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Conhecer Lisboa a pé

22 de fevereiro de 2019
Eu QueroLugares Pela Europa

Conhecer Lisboa a pé é a melhor forma de passar pelos principais pontos turísticos da capital de Portugal, principalmente aqueles que poderiam não ser vistos caso você estivesse em algum meio de transporte.

A cidade tem muitas atrações e é preciso chegar caminhando na maior parte delas. Então, para você ficar à vontade, não se esqueça de colocar em sua mala tênis e roupas confortáveis para a caminhada!

Checklist viagem: veja o que não pode faltar na sua mala.

Roteiro de 4 dias em Lisboa

Em quatro dias você consegue conhecer os principais pontos turísticos de Lisboa e, o melhor, seguindo de um lugar para o outro a pé! Isso mesmo. Muitas atrações na cidade ficam próximas, e a pé você otimiza bastante o tempo e conhece mais coisa!

 

Crédito: Polybert49 on Visualhunt CC BY-NC-SA

Primeiro dia

No primeiro dia, você pode conhecer os seguintes pontos:

  • Torre de Belém;
  • Padrão dos Descobrimentos;
  • Museu da Marinha;
  • Planetário Calouste Gulbenkian;
  • Mosteiro dos Jerônimos;                               
  • Palácio de Belém;
  • Museu Nacional dos Coches;
  • Central do Tejo;
  • Museu da Eletricidade.

Depois de conhecer o Mosteiro dos Jerônimos, aproveite para experimentar os famosos e deliciosos Pastéis de Belém. 

A quilometragem total a ser percorrida para conhecer a pé desde a Torre de Belém até o Museu da Eletricidade é de 4,5km.

Segundo dia

Crédito: Rossana Ferreira on VisualHunt CC BY

Você pode conhecer os seguintes locais em um só dia, a pé:

  • Praça Marquês de Pombal;
  • Avenida da Liberdade;
  • Elevador da Glória;
  • Palácio Foz;
  • Miradouro de São Pedro de Alcântara;
  • Igreja de São Domingos;
  • Igreja de São Roque;
  • Bairro Alto;                                      
  • Miradouro de Santa Catarina;
  • Praça Luís de Camões;
  • Igreja Nossa Senhora da Encarnação;
  • Largo do Chiado;
  • Basílica dos Mártires;
  • Museu do Carmo;
  • Arco Triunfal da Rua Augusta;
  • Praça do Comércio.

No total, você vai ter caminhado 5,4km.

Terceiro dia

Crédito: Renato Zaar

Neste dia, conheça:

  • Teleférico de Lisboa;
  • Parque das Nações;
  • Centro Vasco da Gama;                               
  • Pavilhão do Conhecimento;
  • Oceanário de Lisboa.

O percurso do terceiro dia é de somente 2,4km. Porém, se você adora vida marítima ou vai viajar com crianças, ficará bastante tempo no Oceanário de Lisboa, um “aquário gigante” fascinante, com várias espécies marítimas, inclusive pinguins! Não deixe de conhecê-lo!

Quarto dia

Destine o quarto dia para passar pelos seguintes locais:

  • Panteão Nacional de Santa Engrácia;
  • Igreja de São Vicente de Fora;
  • Alfama;
  • Miradouro das Portas do Sol;
  • Arco do Castelo;
  • Castelo de São Jorge;                        
  • Miradouro da Graça;
  • Praça de Figueira;
  • Sé de Lisboa;
  • Igreja de Santo António;
  • MUDE – Museu do Design e da Moda.

O percurso total a ser caminhado neste dia é de 4,3km. Caso opte por visitar apenas alguns locais neste dia, não deixe de ir ao Castelo de São Jorge e na Sé de Lisboa, pontos turísticos imperdíveis!

Observação: apresentamos uma sugestão de roteiro. Porém, você pode adaptá-lo de acordo com as programações que pretende fazer, o local onde estiver hospedado e o tempo disponível para visitar os principais pontos turísticos.

Em que bairro se hospedar em Lisboa?

Se possível, opte por se hospedar perto do centro. A parte do centro histórico – entre Chiado, Baixa, Cais do Sodré e Príncipe Real – possui melhor estrutura para receber visitantes.

Entre os bairros do centro histórico, acreditamos que o Chiado seja o mais indicado por ficar próximo da agitação e também por você ter a possibilidade de ir a pé para a Baixa, o Bairro Alto, o Príncipe Real e o Cais do Sodré.

Evite ficar no Parque das Nações ou em Belém, por ficarem distantes do centro e não terem tantas atrações turísticas próximas.

Caso você queira saber mais sobre onde ficar em Lisboa, confira o artigo que fizemos, com sugestões de locais e hotéis para se hospedar.

Artigo escrito por Carolina Carvalho


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