Quando se pensa em Mônaco, qual é a primeira coisa que vem na sua cabeça? Provavelmente, fórmula 1, cassinos e serviços de luxo. Entretanto o Principado é muito mais do que isso, oferece durante todo o ano diversas experiências gastronômicas, culturais, esportivas, românticas, históricas, de saúde e bem-estar, entre muitas outras.

E entre essas coisas pouco conhecidas, está o engajamento do país com a sustentabilidade. Mônaco se preocupa em desenvolver ações socioculturais e de promoção do turismo responsável. Governo, hotéis, restaurantes e associações desenvolveram cartas ambientais, políticas e ações que os ajudam a economizar recursos naturais e a conscientizar a população sobre atitudes mais sustentáveis.

Green is the New Glam

Em 2018, o Escritório de Turismo de Mônaco lançou uma estratégia mundial chamada “Green is the New Glam”. Com isso, o país quer mostrar ao mundo que é um destino turístico responsável e que é imprescindível investir em ações socioambientais para proteger o meio ambiente e garantir um futuro melhor para o planeta. Na tradução do inglês, a estratégia significa que o Verde é o novo Glamour, que ser sustentável é ser luxuoso, que um prato feito de ingredientes orgânicos e frescos da própria horta do restaurante estrelado, por exemplo, é uma experiência muito sofisticada.

A campanha também lançou vídeos mostrando toda essa preocupação sustentável. Assista:

 

Movimento Greenk

É evidente a valorização do turismo responsável no país. Toda sua estrutura turística está engajada em mudar o mundo para melhor, não apenas dentro do território monegasco, mas também fora de suas fronteiras e do outro lado do Oceano Atlântico, no Brasil. Tanto é que o Escritório de Turismo de Mônaco, em parceria com o Movimento Greenk e com a Prefeitura de São Paulo, presenteou a cidade de São Paulo com os primeiros 15 coletores públicos de lixo eletrônico do Brasil.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o sétimo maior produtor de lixo eletrônico do mundo e o segundo nas Américas, produzindo cerca de 1,5 milhão de toneladas de e-lixo anualmente. No entanto, o descarte correto é feito apenas para 3% deste material. Computadores, celulares e outros gadgets descartados como lixo são ricos depósitos de ouro, prata, cobre e platina, entre outros materiais de valor.

O estudo da ONU estima que todo o lixo eletrônico gerado em 2016 poderia gerar US$ 55 bilhões em valor de materiais reaproveitáveis. Esses componentes químicos ao invés de serem reciclados acabam em lixões e aterros se tornando substâncias altamente poluentes. O lixo eletrônico, quando tratado de forma inadequada, gera sérios problemas de saúde, pois contém componentes perigosos que contaminam o ar, a água e o solo.

Os paulistanos estão convidados a se engajar na causa e participar do projeto levando materiais eletrônicos  (computadores e notebooks, impressoras, celulares, tablets, monitores, acessórios, cabos e outros equipamentos eletroeletrônicos de pequeno porte) em desuso ou quebrados nos pontos de coleta, que podem ser encontrados nos seguintes endereços:

1) Parque Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 3
2) Parque Trianon – Rua Peixoto Gomide, 949
3) Parque Prefeito Mario Covas – Avenida Paulista, 1853
4) Parque da Independência – Avenida Nazareth, s/n
5) Parque do Chuvisco – Rua Ipiranga, 792 – Jd. Aeroporto
6) Parque Lina e Paulo Raia – Rua Volkswagen, s/n
7) Parque Buenos Aires – Av Angélica, 1.500
8) Parque do Povo – Av. Henrique Chamma, 420
9) Parque da Aclimação – Rua Muniz de Souza, 1.119
10) Parque Burle Marx – Av. D Helena Pereira de Moraes, 200
11) Parque Piqueri – R. Tuiuti, 515
12) Parque do Carmo – Av. Afonso de Sampaio e Sousa, 951 – Itaquera
13) Parque Vila Guilherme /Trote – Rua São Quirino, 905
14) Sede da Prefeitura de São Paulo – Viaduto do Chá, 15 – Centro
15) Prédio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente – Rua do Paraíso, 387


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